Em uma entrevista polêmica, o senador Jayme Campos trouxe à tona uma crise política que se instalou em Várzea Grande. Durante sua fala, ele expôs o embate entre a prefeita e seu vice, destacando que a disputa pelo comando da administração municipal está prejudicando o andamento da gestão. Segundo Campos, a rivalidade entre os dois tem causado instabilidade política e afastado investimentos que poderiam beneficiar a população.
O senador afirmou que o desentendimento entre a prefeita e o vice-prefeito envolve disputas de poder e discordâncias administrativas. No entanto, o que mais lhe chamou a atenção foi a declaração do vice-prefeito, que, segundo ele, insinuou a existência de caixa 2 e a disseminação de fake news durante a campanha eleitoral. “Isso é gravíssimo! Ele mesmo se delatou ao dizer que houve caixa 2, que houve fake news e que poderia denunciar a qualquer momento. Isso precisa ser apurado pelos órgãos competentes”, enfatizou Jayme Campos.
O parlamentar destacou que o Ministério Público deve investigar as alegações feitas pelo vice-prefeito, pois, caso comprovadas, podem ter implicações legais sérias para a gestão municipal. Ele também demonstrou preocupação com o impacto dessa crise na governabilidade da cidade, afirmando que as disputas políticas internas estão atrasando projetos essenciais para o desenvolvimento de Várzea Grande.
Dados recentes apontam que Várzea Grande tem enfrentado desafios estruturais em diversas áreas, incluindo infraestrutura, saúde e educação. Conforme estatísticas do Instituto Mato-grossense de Desenvolvimento Econômico e Social (IMDES), a cidade registrou uma queda de 15% nos investimentos públicos no último ano, em razão de impasses administrativos. O senador ressaltou que, em vez de conflitos internos, a gestão deveria estar focada em buscar recursos junto aos deputados estaduais, federais e senadores para garantir melhorias para a população.
Jayme Campos concluiu sua fala enfatizando a necessidade de união entre a prefeita, o vice-prefeito e a Câmara Municipal. “A população não pode pagar o preço por essa desavença política. Precisamos de diálogo e de trabalho conjunto para trazer avanços para a cidade”, pontuou. Quando questionado sobre se a prefeita conseguirá contornar essa situação e pacificar as relações políticas, ele foi categórico: “Só ela pode responder, minha filha. Até porque eu não participo da gestão dela.”























