Os senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União) criticaram e ironizaram a reunião em que o governador Mauro Mendes (União), e os primos Eraí e Blairo Maggi chanceleram o nome do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para 2026.
Enquanto Fagundes criticou a incoerência por conta da antecipação eleitoral de 2026, Jayme lembrou que a presença do governador no jantar não representa o União Brasil como um todo.
Jayme disse que quando for a hora de discutir candidatura, será dentro do União Brasil com todos os membros da sigla. “Caso contrário, é só a opinião dele,” (Mauro).
Já em relação ao apoio dos Maggi, o senador do União disse que Mato Grosso não seria uma empresa onde ‘sócios decidem tudo’. “Mato Grosso não é uma sociedade anônima onde cinco sócios se reúnem numa sala e escolhem o gerente”, disse.
Wellington Fagundes que é pré-candidato ao governo pelo PL, tentou colar os Maggi no presidente Lula (PT), afirmando que eles são aliados do governo atual, e o PL seria o único partido de direita.
























