Enquanto muita gente ainda acredita que falta tempo para falar em eleições, o xadrez político de Mato Grosso já está em jogo. Os sorrisos protocolares, os discursos técnicos e os “estamos focados na gestão” escondem o que realmente está acontecendo: os grupos estão se organizando, os nomes sendo testados e os bastidores pegando fogo.
Hoje, todo mundo sabe: Otaviano Pivetta é o nome que Mauro Mendes gostaria de ver na cadeira do Paiaguás. Mas a política não é feita só de vontades. Ela é feita de construções, alianças e validações. E é aí que um novo nome entra forte no jogo — Max Russi.
Max é o nome que aparece quando a conversa é séria
Nos bastidores, nas rodas de conversa entre prefeitos, deputados e lideranças regionais, um nome começa a surgir com força e frequência: Max Russi.
Não é discurso de ocasião. É percepção real. E não vem só de aliados, mas também de adversários que sabem reconhecer quem está em ascensão.
Presidente da Assembleia Legislativa, Max tem feito uma gestão de equilíbrio, diálogo e presença institucional. Articula com prefeitos, mantém pontes com o Executivo, circula com naturalidade entre partidos e tem o respeito do setor produtivo.
Se Mauro Mendes representa uma gestão técnica e de resultado, Max representa a política articulada que pode manter essa entrega — com mais diálogo.
🧭 De vereador a potencial governador
A trajetória fala por si: vereador em Jaciara, deputado estadual, secretário de Estado e agora presidente da ALMT.
Max não saltou etapas. Ele construiu uma base. E mais do que isso — tem trânsito onde muitos não conseguem entrar: nas regiões, no interior, nos pequenos e médios municípios onde o voto é decisivo.
Enquanto Pivetta é o nome de Mauro, Max pode ser o nome do grupo
Pivetta tem competência técnica e experiência administrativa. É indiscutível. Mas falta algo que a base política valoriza muito: relacionamento e capilaridade.
Hoje, Max tem algo que poucos têm: consenso em formação.
É o nome que agrada os prefeitos, que não divide as bancadas e que pode unir a direita moderada, o centro e até partes da esquerda local — tudo em nome da continuidade de um governo que tem alta aprovação.
O cenário ainda está indefinido — mas os sinais são claros
Mauro Mendes pode ir ao Senado, e se for, vai querer garantir um sucessor que preserve sua marca.
Otaviano Pivetta é a escolha óbvia, mas pode não ser a escolha mais viável.
Max Russi, aos poucos, vai deixando de ser “o nome que circula” para se tornar o nome que lidera as conversas.
E, numa eleição onde muita gente vai disputar, quem conseguir unir primeiro, larga na frente.
📢 Resumo da análise:
Max Russi pode não ser o favorito na largada — mas é, hoje, o nome mais promissor da corrida. E se continuar nesse ritmo, pode ser o governador que Mato Grosso ainda não sabe que já escolheu.























