O deputado estadual Júlio Campos, um dos fundadores do União Brasil em Mato Grosso, comentou sobre o futuro do partido com formação da federação entre o UB e o Partido Progressista (PP), que está sendo finalizado entres as lideranças em âmbito nacional.
Segundo o parlamentar, nesta terça-feira 29 de abril, em Brasília, foi consolidada e efetivada a criação da federação entre os partidos. E que a junção de forças a nova sigla se consolidou como umas das maiores forças no Brasil. “Um grande partido, com uma base parlamentar muito forte, com 109 deputados federais, 14 senadores, 06 governadores de estados e mais de mil prefeitos e centenas de vereadores, se consolidou com uma terceira via, viável para as eleições de 2026”.
Para Júlio esse centro democrático, sem radicalismo de direita ou de esquerda, lacem uma opção nova para a presidência da republica, afim de dar ao Brasil, paz para o seu crescimento econômico e social.
Disse ainda que com relação a Mato Grosso a condução da construção será tranquila por conta das proximidades dos dirigentes partidários tem um com os outros. E que em alguns outros estados a nova sigla terão grande dificuldades para a formação devido as rusgas e posições ideológicas e de antigas disputas não curadas.
“A direção nacional já comunicou que em estados com muitos problemas, a composição será definida pelo diretório nacional formado pelas duas siglas.
Júlio disse ainda que as eleições de 2026 será discutida apenas a partir de março, por conta das janelas partidárias que se abrem para que os parlamentares com mandato possam definir se continuam, ou não na nova sigla. Inclusive abrindo a oportunidade de outros nomes se filiarem e aderirem a nova composição.
“Em março temos uma janela partidária, e se houver um consenso, um diálogo e uma conversa muito séria, de que nem um grupo será excluído ou expurgado, continuamos juntos. Caso contrário vamos ficar na frente UB e PP até março, e depois decidir novos caminhos”. Destacou.
Disse ainda que o grupo formado por ele, Jayme Campos, Coronel Assis, Eduardo Botelho, e Dilmar Dal Bosco, dentre outros cerca de mais de 30 prefeitos, e mais de 180 vereadores, não irão tolerar ser patrolado por ninguém. “Não aceitamos ser tratorados por ninguém, nem por Mauro Mendes ou Fabio Garcia nem por Piveta”. Comentou.
Para Júlio, é necessário esperar até março para discutir qualquer possibilidade de assumir uma candidatura ou apoiar outras ao governo em 2016. “Até porque não sabemos quem vai desincompatibilizar, e se realmente o quadro que está montado hoje irá permanecer ano que vem”. Destacou.
Júlio comentou ainda que o seu grupo político está nas ruas de forma tranquila, e sem ocupar diuturnamente a imprensa. E que o senador Jayme Campos é um potencial pré-candidato a governador. “Seja pela frente UB/PP, ou por qualquer outra organização partidária”.
O deputado disse ainda, que ninguém morre de amores por ninguém. E que pode inclusive ter vice na chapa de Otaviano Pivetta, desde que tenha seus espaços respeitados e delimitados. “No cotovelão não vamos aceitar”.
Júlio comentou ainda sobre o respeito que seu grupo tem em outras siglas como o MDB, e com o grupo do senador Wellington Fagundes. E que em Mato Grosso, pode sair até quatro candidatos ao governo do estado.
























