EUA — Declarações feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caíram como uma bomba no cenário internacional. Segundo o tabloide britânico Mirror, Trump afirmou que Washington assumiria o controle político da Venezuela após uma suposta operação militar relâmpago que teria resultado na prisão do então presidente Nicolás Maduro. O impacto foi imediato e o barulho ecoou mundo afora como um trovão diplomático.
Trump anunciou a ação durante uma coletiva em Mar-a-Lago, tratando o episódio como uma “transição necessária” e cravando que os EUA administrariam o país “até que fosse seguro”. O tom, ainda segundo o veículo, esteve longe de ser cauteloso. Soou mais como comemoração do que como explicação.
Operação “ultrassecreta”
Conforme divulgado, a missão teria sido costurada por meses de inteligência e executada com um aparato militar de peso. O general Dan Caine afirmou que helicópteros chegaram a ser alvejados e responderam com “força esmagadora”. Ainda segundo essa versão, Maduro e sua esposa teriam se rendido dentro do complexo presidencial, encerrando a operação sem resistência prolongada.
Petróleo no centro do tabuleiro
Trump também teria deixado claro onde o jogo aperta: no petróleo. Segundo ele, empresas petrolíferas americanas entrariam com tudo na reconstrução e na exploração da indústria venezuelana. “Temos as maiores companhias do mundo”, teria afirmado. A fala reacendeu lembranças amargas de intervenções passadas e levantou um alerta vermelho sobre soberania e interesses econômicos travestidos de ajuda.
Quem mandaria na transição
Questionado sobre quem assumiria o comando provisório, Trump citou a vice-presidente Delcy Rodríguez, afirmando que ela estaria disposta a fazer “o que os EUA pedissem”. A declaração contrasta com o tratamento dado à líder oposicionista Maria Corina Machado, minimizada por Trump apesar do reconhecimento internacional por sua atuação pró-democracia.
O secretário de Estado Marco Rubio e o secretário de Defesa Pete Hegseth também aparecem como peças centrais nesse tabuleiro. Rubio teria deixado um recado direto aos aliados de Caracas, citando Cuba e sugerindo que “levassem Trump a sério”.
Perguntado se os EUA manteriam soldados na Venezuela, Trump foi direto: disse que “não tem medo” de enviar tropas e confirmou que houve militares em solo “em nível muito alto” durante a ação. O tempo de permanência, porém, ficou no escuro.
As informações acima foram publicadas pelo site britânico Mirror e reproduzidas aqui como relato do que foi divulgado pela fonte. Até o momento, autoridades venezuelanas e organismos internacionais não confirmaram oficialmente essa versão. O Marreta Urgente publica os fatos com base na fonte citada, mantendo o compromisso de transparência com o leitor.


























