Max Russi citado como “alternativa” ao governo, diz que será difícil repetir aliança de 2022.

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O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (PSB), que é considerado por muitos da base aliada como uma ‘alternativa’ ao governo do Estado, caso o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) não decole, acha difícil que o atual grupo de sustentação do governo Mauro Mendes (União) permaneça junto.

Para Russi, dificilmente o PL, que apoiou Mendes em 2022 e é base na Assembleia, não tenha candidatura própria ao governo, o que já dificultaria uma aliança, mesmo que tanto o PL, quanto o governador, tenham interesse numa composição.

“Eu acho que é sonho de todo mundo. Acho que o Wellington [Fagundes] quer ter o apoio aqui do Mauro [Mendes], acho que o Mauro quer ter o apoio do PL, eu acho que todo mundo quer estar junto, mas acho que não vai estar. Sinceramente, é difícil”, disse em conversa com o RDTV Cast.

Apesar disso, Russi lembra que até a disputa de outubro de 2026, muita coisa poderá ocorrer, mas que provavelmente, a disputa pelo governo terá dois turnos pela primeira vez em Mato Grosso. “Olhando hoje, há possibilidade de um segundo turno pela primeira vez na próxima eleição de 2026”.

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