A Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá deflagrou nesta terça-feira 02 de abril a Operação Quéfren, com o objetivo de apreender bens e efetuar prisões de “influencers” digitais suspeitos de divulgar e fomentar, além de estimular a pratica de jogos online ilegais no Brasil.
A operação foi realizada simultaneamente em São Paulo e no Estado do Pará.
Em Cuiabá foram cumpridos cinco mandados, sendo dois de previsão e quatro busca e apreensão em contra duas influênciadoras digitais. Uma prisão foi cumprida na cidade de Várzea grande. A suspeita já tinha um mandado de prisão em aberto. Entre as presas está a a estudante de odontologia Mariany Dias moradora de VG. Emilly Souza está foragida, ela é moradora de Cuiabá. o seu mandado esta em aberto.
A operação foi coordenada pela Polícia Civil do Pará, para o cumprimento de 70 mandados contra influenciadores, envolvidos na promoção de jogos de azar, e suspeitos de lavagens de dinheiro.
Cerca de 13 mandados de prisão foram expedidos somente pelo Juízo de 1 núcleo de Custódia de Juazeiro do Norte. Além de 27 buscas e apreensão e 23 busca veicular dos suspeitos. E 15 bloqueios de bens de valores.
Além de Várzea Grande outras cidades como Fortaleza, Itaitinga, Euzébio no Ceará, em Embu das Artes, e Santana de Parnaíba em SP, Cuiabá e Marabá (PA), também
Tiveram alvos da operação.
A quadrilha era monitorada desde 2024. A maioria dos investigados são agentes de plataformas responsáveis palas contratações dos influenciadores digitais para a divulgação de cassinos online. Através s de suas redes sociais, os influenciadores promoviam os sites de apostas ilegais e não autorizados no país.
Os oficiais apontam cromes como lavagens de dinheiro, estelionato e a existência de uma organização criminosa articulada de caráter transnacional.
Suspeita-se que o grupo possa ter faturado cerca de R$ 300 milhões es de reias coma as apostas clandestinas.
Foram investigado ainda que os influenciadores, eram remunerados de diversas maneiras dentro da organização. Desde pagamentos pela simples elaboração de postagens. Até mesmo pela quantidade de novos usuários cadastrados na em plataformas. Muitos recebiam por comissionamento pelo montante de apostas, com os valores depositados pelas vitimas, que segundo as investigações movimentaram milhões de reais no ultimo ano.
Os chefes da plataformas também pagavam viagens, onde eram feitas as ostentações nas redes sociais como o sinônimo de prosperidade dos jogadores, e influenciadores. Além das contratações de influenciadores, os chefes das plataformas realizavam grandes lançamentos com festas para divulgar os jogos.
























