O juiz Pierro de Faria Mendes, da Vara Criminal de Várzea Grande, decidiu nesta segunda-feira (22) manter a prisão preventiva do policial militar Raylton Duarte Mourão, acusado de assassinar a personal trainer Rozeli da Costa Souza Nunes no dia 11 de setembro.
Durante a audiência de custódia, o magistrado também determinou que o réu receba atendimento psiquiátrico em até dez dias, após ele declarar que faz uso de medicamentos controlados para tratar síndrome do pânico e depressão.
A decisão prevê que Raylton permaneça preso no mesmo local em que já está custodiado.
O juiz requisitou ainda cópia do exame de corpo de delito, afastou qualquer indício de maus-tratos ou tortura e determinou a regularização da prisão junto ao Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).
O policial se apresentou na noite de domingo (21) ao 1º Batalhão da Polícia Militar e, na manhã seguinte, foi conduzido à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá. Lá, confessou ter atirado contra Rozeli, que foi executada dentro de um carro em Várzea Grande.
Segundo o advogado de defesa, Marciano Xavier das Neves, Raylton assumiu a autoria dos disparos, mas negou o envolvimento da esposa, a farmacêutica Aline Valandro Kounz, também investigada no caso.
O defensor afirmou que o militar está “extremamente arrependido” pelo crime.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil e tramita na Justiça de Várzea Grande.























