Júlio critica ausência de Mauro em reunião do União Brasil: “Foi um velório sem defunto”

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O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) não poupou críticas à ausência do governador Mauro Mendes, presidente estadual da sigla, durante a reunião do partido realizada no último dia 2, em Cuiabá. O encontro, que tinha como objetivo discutir os rumos do União Brasil e da federação com o Progressistas, acabou se esvaziando e não teve encaminhamentos formais, segundo o parlamentar. Além de Mauro, o presidente do Progressistas, Cidinho Santos, também não compareceu na reunião.

“Não teve reunião porque o governador, presidente do partido, não compareceu. Eu até disse que foi um velório sem defunto porque uma reunião do partido, ainda mais agora que é uma federação, nem o líder maior do União Brasil, que é o governador Mauro Mendes, nem o líder maior do Progressista que é o Cidinho Santos compareceram”, afirmou Júlio.

Apesar do reencontro entre lideranças como os deputados estaduais, federais, o senador Jayme Campos e outros membros da legenda, o tom de Júlio foi de frustração.
“Valeu a pena porque, depois de seis meses sem dialogar, voltamos a ter contato. Mas mesmo assim, poucos compareceram e o encontro acabou sendo apenas um bate-papo informal. Reunião de verdade é quando se tem pauta a discutir e aprovar. Lá não se discutiu nada”, pontuou.

O parlamentar também criticou o fato da reunião ter sido marcada para um horário em que Mauro já tinha uma agenda no interior do estado, motivo que o impediria de estar em Cuiabá no horário combinado.

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“Foi mal conduzida essa conversação porque quando o secretário geral do partido, deputado Dilmar Dal Bosco, nos convocou para às 18h não podia o governador ter viajado para Alta Floresta. Se ele tinha uma reunião em Cuiabá às 18h ele não poderia estar às 18h em Alta Floresta. Isso aí é uma coisa muito ruim, demonstra desinteresse político partidário”, disparou.

A ausência do governador, que só chegou ao local no final do evento, gerou desconforto entre lideranças que esperavam uma articulação mais firme visando o pleito de 2026 e o fortalecimento da federação União Brasil/Progressistas.

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