Ex-PM condenado por homicídio volta a receber pena de 22 anos em júri popular em Pontes e Lacerda

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O ex-policial militar Edvan de Souza Santos foi condenado a 22 anos e nove meses de prisão em regime fechado pelo homicídio de Vanderson de Almeida Castro.

O julgamento ocorreu na última quinta-feira (18), no Tribunal do Júri de Pontes e Lacerda, a 448 km de Cuiabá. Além da condenação, foi decretada a perda definitiva do cargo e negado o direito de recorrer em liberdade.

Edvan já estava preso desde 2022 e soma diversas acusações de assassinatos. Em março deste ano, ele havia sido condenado pela morte da então diretora do Sanear de Rondonópolis, Terezinha Silva de Souza, assassinada em 2021.

Segundo o Ministério Público, o ex-PM ainda responde a pelo menos outros seis processos por homicídio e voltará ao banco dos réus na próxima quinta-feira (25).

A denúncia aponta que o crime contra Vanderson ocorreu em dezembro de 2020, na BR-174B, próximo a uma distribuidora de gás.

A vítima havia acabado de descer do carro para ir a uma oficina mecânica quando foi surpreendida por diversos disparos. O atirador estava em uma motocicleta e fugiu após a execução.

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Investigações revelaram que Edvan fazia parte de um grupo de extermínio com atuação em Mato Grosso e na região de fronteira com a Bolívia.

Ele foi alvo da Operação Letífero, deflagrada em 2022, que desarticulou um esquema de pistolagem que operava em várias cidades do estado.

No júri, atuaram a promotora de Justiça substituta Clarisse Moraes de Ávila e o promotor Fabison Miranda Cardoso, integrante do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri).

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