Alvo da PF, vereador Feitoza alega perseguição política e nega compra de votos

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O vereador Kleber Feitoza (PSB) afirmou nesta terça-feira,11, que está sendo perseguido por conta das denúncias que tem feito contra a atual gestão da Prefeitura de Várzea Grande.

Ele foi alvo da operação Escambo Eleitoral, deflagrada pela Polícia Federal nesta manhã.

“Eu sou um político, estou denunciando muita gente, é natural que eu seja perseguido”, declarou Feitoza, negando qualquer envolvimento em compra de votos.

O parlamentar é investigado por supostamente oferecer combustível e fornecimento de água em troca de apoio nas eleições de outubro passado.

O vereador também negou qualquer vínculo com pessoas presas na operação.

“Eu fui conduzido porque quis falar na PF. Eu posso, tenho direito de ir e vir, justamente para esclarecer uma situação da qual não tenho conhecimento”, afirmou.

Feitoza sugeriu que sua atuação crítica à prefeita Flávia Moretti pode ter relação com a operação.

“Dei uma entrevista para a Gazeta falando das atrocidades da prefeita, e essa entrevista não saiu. Então a gente tem que entender o que está acontecendo”, disse. No entanto, ele não atribuiu diretamente a Moretti uma suposta perseguição.

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O parlamentar afirmou que vem recebendo ameaças e que pretende denunciar ataques contra ele nas redes sociais e na imprensa.

“Tenho sentido várias pressões. Estão usando todas as forças contra mim”, concluiu.

A operação Escambo Eleitoral investiga um suposto esquema de compra de votos em Várzea Grande.

Mais informações em instantes.

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