Após denúncias de que o crime organizado e facções teriam atuado nas duas últimas eleições em Mato Grosso, a Justiça Eleitoral contará com um departamento de inteligência para monitorar possíveis participações nas eleições desse ano.
O setor será em parceria com a Polícia Judiciária Civil, que terá a missão de identificar e monitorar candidatos suspeitos de envolvimento, direito ou indireto, ou que sejam financiados pela facções criminosas.
Em 2022 o deputado estadual Wilson Santos (PSD) chegou a denunciar da Tribuna da Assembleia que facções estariam impedindo que candidatos realizassem campanha em determinados bairros.
No ano passado, o vereador Rafael Ranalli (PL) e o prefeito Abílio Brunini (PL) também fizeram denúncias de possível atuação de facções nas eleições.
A ideia é salvaguardar a lisura, a transparência e a segurança institucional do pleito, em que os eleitores mato-grossenses vão renovar as 24 cadeiras de deputado estadual, 8 de federais, duas no Senado e os postos de governador e de presidente da República.























