Júlio lança Jaime ao Governo e crê em dois turnos em MT

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Cacique político, o deputado estadual Júlio Campos (UB)
disse que não faz sentido o partido não ter candidato próprio
ao Governo do Estado em 2026 e que a própria Executiva
Nacional defende o projeto junto com a federação formada
com o Progressistas. Além disso, rebateu o amigo, deputado
Eduardo Botelho (UB), que cobrou do senador Jayme
Campos (UB) uma decisão sobre qual cargo quer disputar,
se é Governo ou Senado.
“Jayme colocou seu nome a um cargo majoritário, como nós
sabemos que a candidatura ao Senado já está mais
posicionada e o próprio Mauro já definiu que vai disputar uma cadeira, não tem sentido [disputar]. Estamos
preparando o Jayme para disputar o Governo até porque o União Brasil nacional e a federação com o PP gostaria
que em todos estados tivéssemos candidatos próprios para consolidar o partido”, afirmou.

Na última semana, Botelho comparou o cenário político a um jogo de futebol ao comentar as declarações do
senador, que afirmou estar sendo “empurrado para o escanteio” nas articulações eleitorais. Segundo o parlamentar,
ninguém está excluindo o correligionário, mas cabe ao senador “entrar em campo” e definir qual papel quer jogar
na disputa – reeleição ou Governo do Estado.
“Eu acho que ele [Botelho] está enganado. Jayme Campos já se posicionou e estamos trabalhando as bases
políticas do nosso partido. Não se pode inventar uma candidatura majoritária se não tiver um consenso com os
vereadores, prefeitos, membros dos diretórios municipais, com a bancada estadual, federal e com diretório
nacional”, declarou.
Ainda segundo ele, Jayme pode sim se candidatar, considerando que os nomes que já foram colocados, como do
vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), senador Wellington Fagundes (PL) e médica Natasha
Slhessarenko (PSD). Segundo o veterano político, já passou da hora do União Brasil se movimentar no jogo.

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“Partido que não concorre à eleição está caminhando para o fracasso. Eleição para governador é em dois turnos,
não tem porque o partido abrir mão de disputar o primeiro turno. Coligação se faz no segundo turno. Temos bons
candidatos no primeiro turno, Pivetta, Wellington, Natasha e não há porque o União ficar parado, temos o Jayme.
Vejamos quem vai para o segundo turno e daí fazemos a aliança com quem melhor oferecer proposta”, explicou.

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