Eleições 2026 : Júlio Campos diz que único caminho para Jayme é ser candidato ao governo e refuta “briga” pelo senado

publicidade

O deputado estadual Júlio Campos (União Progressista) afirmou nesta terça-feira (23) que considera seu irmão, o senador Jayme Campos, o nome natural do partido para disputar o governo de Mato Grosso nas eleições de 2026.

Em entrevista à imprensa, ele destacou que nenhuma outra liderança da sigla reúne a mesma experiência e força política para enfrentar a sucessão estadual.

“Não temos dentro do União Progressista outro nome à altura para concorrer ao governo. A candidatura de Jayme é natural e espontânea. Nem deputados estaduais nem federais possuem hoje o desempenho político que ele tem”, afirmou Júlio.

Ele lembrou que o governador Mauro Mendes, também do partido, não pode buscar a reeleição e deve ter seu caminho voltado para o Senado Federal ou até mesmo para uma composição nacional.

“O destino político natural de Mauro seria o Senado ou uma articulação nacional. Já para o governo, nosso nome é Jayme”, completou.

O deputado ponderou que a disputa não será simples, já que outros nomes devem entrar no páreo, como o vice-governador Otaviano Pivetta, o senador Wellington Fagundes (PL) e, no campo da esquerda, a médica Natasha Slhessarenko, cotada por partidos como PT, PSD e PV.

Leia Também:  Faissal e Mesa só com mulheres

Ainda assim, ele ressaltou o entusiasmo do irmão e a receptividade nas bases municipais.

“Se fosse uma eleição indireta entre prefeitos e vereadores, Jayme teria ampla maioria. Ele sempre valorizou as lideranças locais, visita os municípios e conversa com todos. Isso faz dele o candidato natural”, disse Júlio.

O parlamentar também projetou um cenário de segundo turno.

“Com três ou quatro candidaturas fortes, dificilmente alguém vencerá em primeiro turno. O que precisamos é manter diálogo e construir a candidatura de forma sólida”, avaliou.

Na mesma entrevista, Júlio comentou sobre o projeto recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados e que tramita no Senado. Para ele, a proposta ainda deve passar por mudanças.

“A Câmara é a casa do povo e por isso surgem projetos diversos. Cabe ao Senado exercer seu papel de corrigir erros e excessos”, concluiu.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade