Assessores que parecem ‘seres iluminados’ na política de Mato Grosso estão sonhando alto. Tem gente que acredita que a liderança isolada e o favoritismo do deputado Eduardo Botelho (União) para a prefeitura de Cuiabá, teria entrado no radar do Palácio do Planalto e do PT nacional. Seria um devaneio?
É óbvio que a preferência é pelo candidato do PT, o deputado Lúdio Cabral, mas entendem que a estratégia do Planalto é trabalhar 2024 de olho em 2026. E nesse ponto, o ministro Carlos Fávaro (PSD), na visão desses ‘estrategistas’ teria a espinhosa missão de convencer Lula a dar uma rasteira no partido dele em Mato Grosso.
O equívoco é tão grande que nos bastidores chegam a traçar comparações com 2022, quando a federação da esquerda não tinha nenhum candidato ao governo e a primeira dama de Cuiabá é que foi para o sacríficio. O resultado todo mundo sabe. Sofreu uma derrota fragorosa de Mauro Mendes, Botelho que já enfrenta um grande problema dentro do União Brasil tem que ficar atento diante dessas ‘idéias geniais’.
Fonte: blog do lucio sorge
























